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Mostrando postagens de Outubro, 2016

Como enfrentar a menopausa?

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Por volta dos 40 a 50 anos, as mulheres começam a se preparar para a menopausa.Conhecida por encerrar os períodos de ovulação e, consequentemente a menstruação, traz uma série de mudanças e adaptações ao corpo da mulher. Alguns sintomas que anunciam sua chegada são: ausência de menstruação, calor excessivo, ressecamento da vagina, alterações de humor, diminuição da libido, aumento de peso, insônia, entre outros. O acompanhamento do ginecologista é fundamental nesta fase para identificar as mudanças presentes no corpo feminino e então, contê-las da melhor forma possível para evitar desconforto da mulher na entrada do climatério. Entretanto, além dos sinais citados, a idade também é um fator que torna a mulher mais vulnerável a doenças ginecológicas como pólipos, câncer ginecológico, cistos, apenas para mencionar alguns. Dr. Rogério Bonassi Machado, 1° vice-presidente da Associação de Obstetríc…

Psoríase: entenda a doença e tratamentos para amenizar problema

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O objetivo da data é conscientizar e alertar as pessoas sobre o que é a psoríase, uma doença autoimune que causa lesão na pele com descamações e vermelhidão. Não transmissível, estima-se que cerca de 2% da população mundial sofra com a doença. Dermatologista explica o que acontece e como tratar
29 de outubro é o Dia Mundial da Psoríase, uma data importante para conscientizar e alertar as pessoas sobre o que é a doença. Segundo a dermatologista Dra. Claudia Marçal, da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, a psoríase é uma doença autoimune, não transmissível e que causa lesão na pele com descamações e vermelhidão. Estima-se que cerca de 2% da população mundial sofra com a doença.

O que acontece?
Os sintomas da psoríase são lesões na pele, descamações e vermelhidões. "A psoríase é uma inflamação — onde os anticorpos começam a bombardear (agredir) os queratinócitos (célula produtora de queratina - proteína morta que …

Conheça sete dúvidas que as mulheres têm sobre mamografia

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O câncer de mama tem até 95% de chances de cura se for detectado precocemente. A melhor forma de se obter o diagnóstico é por meio da mamografia, um exame de imagem que ajuda a detectar alterações nas mamas. Porém, seja por falta de informações claras ou por medo de sentir dor durante o procedimento ou receio do diagnóstico, muitas mulheres ainda deixam de realizar o teste. No mês da campanha Outubro Rosa, é importante esclarecer questões que ainda afastam as mulheres do exame. A Dra. Daniela Setti, ginecologista e mastologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, responde algumas dúvidas sobre o assunto:
1. Sou muito jovem para fazer o exame? Qual é a idade mínima? A mamografia é um exame de diagnóstico por imagem, que tem como finalidade estudar o tecido mamário. Esse tipo de exame pode detectar nódulos mesmo que ainda não sejam palpáveis. “O rastreamento consiste em realizar mamografia anual em mulheres com 40 anos ou mais”, explica. Para mulheres com histórico familiar, a mamogr…

Dicas de como prevenir e tratar a osteoporose

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Medicação, alimentação balanceada, exposição solar e exercício físico supervisionado são parte fundamental do tratamento
A osteoporose é uma doença caracterizada pelo aumento da fragilidade dos ossos, com prejuízo da sua capacidade de sustentar a estrutura do nosso corpo. O osso, na verdade, é um tecido vivo como a pele, diz o ortopedista e diretor clínico do Centro de Qualidade de Vida (CQV), Dr. Marco Paulo Otani. “Ele se renova constantemente e, por meio de suas células, mantém o equilíbrio da quantidade de cálcio no organismo. Pode-se dizer que o osso é o banco de cálcio do organismo”, explica.
Entre os 30 e 35 anos de idade, a massa óssea do homem e da mulher alcança o limite máximo. Por isso, é importante compreender o que vai acontecer daí por diante. Após essa idade, começa a perda da massa óssea de forma lenta e gradual, para ambos os sexos. Esse processo, entretanto, é acelerado quando a mulher chega à menopausa. Nos cinco a seis anos seguintes à menopausa, as mulheres perdem …

Outubro Rosa: sete mitos e verdades sobre o câncer de mama

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Este é o mês de conscientização sobre o câncer de mama. A campanha “Outubro Rosa” foi criada para estimular a participação da população com o objetivo de controle da doença e contribuir na redução da mortalidade. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados 57.960 novos casos em 2016 e é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres ao redor do mundo.
É essencial realizar o exame de mamografia anualmente, ele detecta possíveis tumores precocemente. Porém, muitas dúvidas ainda surgem em relação ao câncer de mama. O Dr. Edison Pedrinha de Almeida, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, esclarece sete mitos e verdades sobre o assunto.
1. O uso frequente do sutiã aumenta o risco de câncer de mama? Mito. Não há qualquer evidência científica de que o uso de sutiã ou top possa elevar o risco de câncer de mama.
2. Mulheres com seios grandes têm maior tendência a ter a doença? Mito. “Não há estudos que confirmem isso até o presente momento. Mamas volumosa…

11 de Outubro: Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

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Sobrepeso e obesidade infantil crescem de maneira alarmante no Brasil  Os números assustam: uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está acima do peso; A combinação de videogame, falta de atividade física e má alimentação está formando uma geração obesa que será afetada por doenças antes conhecidas apenas na vida adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75 milhões.

Falta de atividade física associada à má alimentação é uma combinação muito perigosa. Muitas vezes os próprios pais são os culpados, já que muitas vezes é mais fácil e prático optar por alimentos prontos ou fast food.

A obesidade, que já é considerada uma epidemia, altera totalmente o funcionamento do corpo. Problemas que costumam afetar apenas adultos passam a ser detectados em crianças e adolescentes, como hipertensão, colesterol alterado, diabetes tipo 2, depressão, ansiedade, estresse, síndrome do pânico, enxaqueca e dores de cabeça, miopia …

Quanto custa o exame genético para detectar risco de câncer de mama?

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Você sabia que o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no mundo inteiro? Para que se tenha ideia, só em 2016, são esperados 57.960 novos casos, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca). No Brasil, foram 14.622 mortes em 2014. Por isso, sim, precisamos falar sobre o câncer de mama. O Outubro Rosa foi criado justamente com esse intuito, reforçando que todas nós podemos contribuir com o controle da doença.
Além do autoexame e da mamografia – recomendada a cada dois anos para mulheres entre 50 e 69 anos –, muitas mulheres vêm considerando o teste genético que detecta o risco hereditário do câncer de mama. Ele ficou muito famoso em 2013, quando a atriz Angelina Jolie retirou completamente ambos os seios após descobrir que seu risco de desenvolver a doença era de 87%.
Como o teste genético funciona
O objetivo deste exame é detectar mutações em alguns genes que aumentam o risco de desenvolver a doença, especialmente o BRCA1 e BRCA2, envolvidos em até 80% dos casos de câncer…

A vida pede atitude.

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Neste Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de Mastologia lança em todo o Brasil a campanha “A vida pede atitude. Movimente-se: faça mamografia anualmente”. A SBM quer mostrar que a vida pede uma atitude e que as mulheres podem aproveitar o movimento do Outubro Rosa para iniciar uma mudança de hábitos em sua rotina, como praticar exercícios físicos, ingerir alimentos saudáveis e realizar os exames preventivos. “Queremos mostrar que isso é essencial durante toda a vida para evitar não só o câncer de mama, mas outras doenças”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior. Pesquisadores membros da Sociedade Brasileira de Mastologia acabam de concluir um estudo que revela que o risco de ter câncer de mama aumenta consideravelmente em mulheres na pré e pós-menopausa que apresentam excesso de gordura corporal especialmente na região abdominal. O estudo também mostrou que as altas medidas da circunferência da cintura também provocam um risco aumentado p…